Escrever para te esquecer, ou porque nunca quero que saias de mim. Escrever para tornar isto mais leve, esta merda, o facto de o nós que por momentos pensei existir, já não existe, ou nunca existiu. Escrever para doer menos, para pensar menos, ou pensar ainda mais. Escrever para quê, afinal? Ao escrever estou a eternizar-te e isso é exatamente o contrário do que quero, ao escrever não sais de mim, ao escrever voltas a invadir a minha vida, a minha mente que nunca deixaste. Escrevo na tentativa de tornar tudo mais leve, escrevo para desabafar já que nunca ninguém iria compreender a merda que me passa pela cabeça sempre que penso em ti, no teu nome, nas nossas brincadeiras... Será que a minha felicidade nunca pode durar mais que meros meses? Foda-se eu já estava tão habituada a ti, e ao contrario de ti custa-me a desabituar, ao contrário de ti tudo o que dizia era sentido, todos os planos que fizemos, eu queria que deixassem de ser só planos sabes.
Ás vezes só queria que nunca tivesses vindo ter comigo com todo o teu pouco charme que tanto me atrai.
Mas afinal, escrevo para quê?
Para ti? Por ti? Por todos estes meses em que me fazias tão feliz?
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
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