domingo, 22 de fevereiro de 2015

Olhei-te sem saber para o que estava a olhar, e sem saber o que esperar disso, vi exatamente aquilo que queria ver. Tão tímido, tão misterioso, tão... bonito, lindo diria eu. Recostei-me ofegante, como se tivesse acabado de olhar para o sol, e comparar-te com o sol não é disparatado, pelo contrário, o sol não é nada em comparação com o que acabei de ver. Tão diferente, nada se iguala a esses olhos que tanto me transmitem...

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Quero escrever sobre ti, sem medos. Dizer-lhes que és a voz que mais gosto de ouvir, a única de que não me canso. Gritar que nunca conheci a...