quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
lost soul
sábado, 23 de novembro de 2013
past perfect
Pensando bem, talvez seja burrice minha achar que algum dia te vou esquecer, porque aquilo que vivemos é inesquecível, mas pensando ainda melhor talvez tudo isto não sejam saudades tuas, mas de como me sentia quando estava contigo.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
empty
terça-feira, 17 de setembro de 2013
spoiled
foste o meu primeiro amor, o meu primeiro desgosto, o meu primeiro toque, a minha primeira paixão. e talvez por teres sido o primeiro vais ser o ultimo. com isto não quero dizer que te amo, porque realmente já não amo. com isto quero dizer que te vou amar para sempre, mesmo não amando. confusa esta frase, confuso o meu coração, ou talvez até bastante esclarecido. tu és tu. sem uma única virgula, sem reticências, sem mas nem porquês. tu és o primeiro, o segundo, o terceiro e o ultimo, tu és o único. o único que consegui, o único que algum dia irei conseguir amar.
nem sabes o quanto te odeio neste momento, e provavelmente vou sempre odiar. dilema na minha cabeça, no meu coração, tudo o que sinto é um dilema. és o meu eterno dilema. neste momento és nada, neste momento és tudo. nada porque já não fazes parte da minha vida, tudo porque é o que realmente és
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
it sucks
caio fundo no pior dos precipícios, naquele que achava não ter queda possível, o único que me parecia ser seguro. caí e a queda foi feia
quarta-feira, 31 de julho de 2013
para que saibas
Perco-me a olhar para ti, como uma criança num parque infantil. Perco-me em cada curva do teu corpo, em cada traço do teu rosto descubro um mundo novo, onde tudo é melhor e mais seguro. Nesse mundo o teu abraço é o meu porto de abrigo. Solto borboletas no meu estomago a cada sorriso teu, a cada palavra vinda da tua boca, que a cada dia desejo mais. É esmagadora a forma como me causas arrepios só de ouvir a tua voz, assustadora a maneira como o meu coração acelera a cada toque teu, como que se me fosse saltar do peito, como se já não pertencesse a mim, mas sim a ti.
Estarei a sonhar?
O amor não é suposto deixar-nos doidos
Estarei a sonhar?
O amor não é suposto deixar-nos doidos
terça-feira, 30 de julho de 2013
respiro. fundo, na esperança de que ao faze-lo tudo se torne um pouco mais leve. Inspiro até os pulmões ficarem cheios e expiro até deitar fora tudo o que tenho cá dentro, ofegante, tentando que com o ar, saia toda esta magoa, esta magoa de saber que acabou. vou mergulhando, e cada mergulho mais profundo, nos meus pensamentos, eles são bons, mas destroem-me a cada segundo. Chamam-se memórias, e são apenas isso, memórias, essas capaz de fazer qualquer um agoniar-se de dor, e é o que esta a acontecer comigo. Como é possível que algo que tenha sido tão bom possa agora ser apenas isso? Algo que foi e que não vai ser nunca mais. Tu. Tu eras e já não és, não vais ser nunca mais. Vou-me aguentando, tento afastar-te da minha memória, tento pensar em algo melhor... Oh... O meu melhor foste tu. Mas hoje és o meu pior, a minha maior fraqueza, a minha dor. Hoje é a ti que tento expulsar dos meus pensamentos, e mais que isso, hoje é a ti que tento expulsar da minha vida. Vou tentando, um dia vou conseguir, quando o meu coração se cansar, quando não tiver mais lágrimas, quando algo melhor que aquilo que aconteceu connosco, acontecer. Até lá vou escrevendo, pode ser que ajude, pode ser que seja mais uma forma de te soltar de mim...
sexta-feira, 19 de julho de 2013
"Nos teus olhos cor da madeira escura encontro um abismo. Encontro neles promessas de paixões por realizar, encontro neles promessas de felicidade por encontrar, encontro neles um mundo por descobrir.
Encontro neles a janela para a tua alma, e ainda assim manténs os teus olhos fechados para mim.
Nos teus olhos cor do carvalho velho e da cortiça antiga oiço palavras de amor nunca proferidas, oiço uma melodia quente e terna.
Esses olhos vêem-me realmente, e eu quero esconder-me de ti; é impossível, tu viste-me. Não me olhaste apenas, viste-me, conheces-me, sabes a matéria de que sou feita, e no entanto continuas a correr umas cortinas nos teus olhos, nas tuas janelas.
Deixas-me à beira da loucura com tantas palavras que os teus olhos dizem, entras na minha mente, apenas a recordação deles me faz andar à roda.
São duas janelas que me fazem sentir à beira de um precipício, olhas-me e desvias o olhar, entranhas-te de um modo suave e eficaz, deixas-me sem saber o que fazer.
Não.
Não quero mais este abismo para mim.
Fecho os meus próprios olhos para sair daqui, mas não consigo.
O teu olhar penetra a minha mente, persegue-me, não me deixa em paz, continua a empurrar-me para o desconhecido mesmo que eu tente fugir.
Tu não me deixas.
Prendeste-me a ti com duas amêndoas escuras, ternas e quentes.
Estou louca.
A cada passo que dou, sinto a tua presença, os teus olhos indagadores.
Eis que chego ao último centímetro de chão antes do precipício que leva ao desconhecido.
Quero fugir de ti, quero chegar a ti.
E a culpa é do teu olhar. Um olhar que fere, que magoa.
Fecho os meus olhos.
Inspiro fundo.
E dou mais um passo.
Caio neste abismo.
O que me esperará no fim?"
Encontro neles a janela para a tua alma, e ainda assim manténs os teus olhos fechados para mim.
Nos teus olhos cor do carvalho velho e da cortiça antiga oiço palavras de amor nunca proferidas, oiço uma melodia quente e terna.
Esses olhos vêem-me realmente, e eu quero esconder-me de ti; é impossível, tu viste-me. Não me olhaste apenas, viste-me, conheces-me, sabes a matéria de que sou feita, e no entanto continuas a correr umas cortinas nos teus olhos, nas tuas janelas.
Deixas-me à beira da loucura com tantas palavras que os teus olhos dizem, entras na minha mente, apenas a recordação deles me faz andar à roda.
São duas janelas que me fazem sentir à beira de um precipício, olhas-me e desvias o olhar, entranhas-te de um modo suave e eficaz, deixas-me sem saber o que fazer.
Não.
Não quero mais este abismo para mim.
Fecho os meus próprios olhos para sair daqui, mas não consigo.
O teu olhar penetra a minha mente, persegue-me, não me deixa em paz, continua a empurrar-me para o desconhecido mesmo que eu tente fugir.
Tu não me deixas.
Prendeste-me a ti com duas amêndoas escuras, ternas e quentes.
Estou louca.
A cada passo que dou, sinto a tua presença, os teus olhos indagadores.
Eis que chego ao último centímetro de chão antes do precipício que leva ao desconhecido.
Quero fugir de ti, quero chegar a ti.
E a culpa é do teu olhar. Um olhar que fere, que magoa.
Fecho os meus olhos.
Inspiro fundo.
E dou mais um passo.
Caio neste abismo.
O que me esperará no fim?"
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