terça-feira, 21 de julho de 2015

You are a poem that breathes

És o poema que gosto de ouvir quando me deito
Ou quando me levanto às 5h da madrugada
Entras bruscamente e eu transformo-me num grande nada
É como me sinto ao teu lado
Tão pequena perante aquilo que és e pela explosão que causas
Cada vez que me olhas nos olhos
E se soubesses o que sinto cada vez que esses olhos cor de madeira escura interpelam os meus, talvez pedisses autorização
Porque eu já sou fragil, mas não imaginas a fraca que me sinto cada vez que olho para o lado e lá
estás tu, com os olhos cravados nos meus
Tal como o meu corpo a mente dança, wow, tu estás mesmo ao meu lado, a tua presença é finalmente real, será que tens um pingo de noção do que isso significa para mim?

quarta-feira, 8 de julho de 2015





I'm trying to get better because I haven't been my best
She took a plain black marker, started writing on my chest
She drew a line across the middle of my broken heart
And said: Come on now, let's fix this mess
We could get better
Because we're not dead yet

sábado, 4 de julho de 2015

Tu és um eterno mistério, e acho que nunca passarás disso: um eterno e indesvendável mistério. Vendo bem, é tão pouco o que sei sobre ti, é tão pouco aquilo que me dizes, e quando o fazes, sempre carregado de mistério. Diz-me o que posso fazer para que me contes, para que te dispas de todos os teus medos e para que libertes o teu passado, que te atormenta dia após dia, esse passado que carregas como uma carteira no bolso de trás. Mesmo não te conhecendo assim tão bem, eu vejo que algo se passa, vejo, sinto e vivo todos os teus demónios. Não sei que mais fazer, que mais sentir, que mais dizer. Quero-te perto mas sei que nunca vai acontecer. A minha mente não passa de uma enorme confusão e à medida que me vais mandando mensagens vou pensando no que queres, no que quero, no que vai ser disto, de "nós". És tão dificil de desvendar, e a minha vontade é desistir, porque me fazes mal, porque carrego o peso dos segredos que ainda não contaste.

Quero escrever sobre ti, sem medos. Dizer-lhes que és a voz que mais gosto de ouvir, a única de que não me canso. Gritar que nunca conheci a...